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Em agosto, custo nacional da construção civil variou 1,07%
O Índice Nacional da Construção Civil, calculado pelo IBGE em convênio com a Caixa Econômica Federal, variou 1,07% em agosto, avançando 0,13 ponto percentual em relação a julho (0,94%). Este resultado ficou próximo do registrado em agosto de 2003 (1,02%). O acumulado do ano foi de 7,07% e dos últimos doze meses, de 9,76%. Ambos os indicadores foram inferiores àqueles registrados em iguais períodos de 2003 (11,51% e 19,37%, respectivamente). O custo nacional por metro quadrado passou para R$ 489,92. Destes, R$ 283,90 foram relativos aos materiais e R$ 206,02 à mão-de-obra. A parcela dos materiais variou 1,83%, ou seja, 0,82 ponto percentual acima da taxa de julho (1,01%). Por outro lado, a mão-de-obra ficou praticamente estável, oscilando 0,03%, o que significou um recuo de 0,82 ponto percentual em relação a julho (0,85%). Os índices acumulados no ano e nos últimos doze meses foram: No ano: materiais com 8,45% e mão-de-obra 5,21%; em doze meses: 10,58% e 8,65% Regiões Sudeste e Nordeste apresentaram os maiores aumentos O custo da construção subiu mais nas regiões Sudeste (1,19%) e Nordeste (1,17%). Estas regiões, juntamente com o Sul (1,09%) ficaram acima da média nacional. A região Centro-Oeste registrou o maior índice no ano (7,70%), vindo em seguida as regiões Sudeste e Sul com taxas de 7,21% e 7,20%, respectivamente. Em doze meses, o destaque foi também para o Centro-Oeste (10,60%). Os menores resultados foram observados no Norte, que acumulou variações de 5,28% no ano e 8,50% em doze meses. Os custos regionais foram: R$ 527,99 (Sudeste); R$ 497,06 (Sul); R$ 474,58 (Centro-Oeste); R$ 465,92 (Norte) e R$ 441,67 (Nordeste). Entre o estados, Pernambuco teve maior índice O custo da construção subiu 1,63% em Pernambuco, destacando-se ainda, entre as maiores variações, o Rio Grande do Sul (1,38%), Minas Gerais (1,37%), Paraíba (1,33%), Bahia (1,25%) e São Paulo (1,20%). O estado de Roraima registrou o menor índice (0,15%) de julho para agosto. Os maiores indicadores acumulados no ano e em doze meses, foram, respectivamente: 9,19% na Bahia e 15,12% no Mato Grosso.


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